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Public Sphere: Process and Practices_The Sao Paulo Spin-off

PIVÔ Open Studio

June 2017, São Paulo (Brazil)
(book presentation)


















Supported by BJCEM (Biennale des jeunes créateurs de l’Europe et de la Méditerranée) and curated by Claudio Zecchi, “Public Sphere: Process and Practices” is the third chapter of a discursive nomadic research conceived as a long-term narration and known as “Practices as an Intersection in a Fragile Environment”.
Focusing on the relationship between art and the public sphere, this project was the culmination of months of conversations with artists, curators, institutions and communities across the city of Nottingham (UK) undertaken by Italian curator Claudio Zecchi.
Seeking to explore the fragile relationship between these two entities, this project in the form of a game, aimed to unearth how art engages with the local area and community, and the legacy of these relationships.
The book as a final result is a sort of performative vocabulary made in conversations with the visual artist and designer Roberto Memoli.
Ready to be re-thought, the three words can be continuously re-negotiated, re-wrote and re-invented.

COME IN AND PLAY!
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Apoiada pela BJCEM (Bienal de jovens criadores da Europa e do Mediterrâneo) e com curadoria de Claudio Zecchi, "Esfera Pública: Processos e Práticas" é o terceiro capítulo de uma pesquisa nómada discursiva concebida como uma narração de longo prazo e conhecida como "Práticas como uma Interseção em um Ambiente Frágil".
Com foco na relação entre arte e esfera pública, este projeto foi o ponto culminante de meses de conversações com artistas, curadores, instituições e comunidades em toda a cidade de Nottingham (Reino Unido) realizadas pelo curador italiano Claudio Zecchi.
Buscando explorar a frágil relação entre essas duas entidades, este projeto sob a forma de um jogo, visou descobrir como a arte se relaciona com a comunidade e o ambiente local e o legado dessas relações.
O livro apresenta como resultado final uma espécie de vocabulário performativo feito através de conversações com o artista visual e designer Roberto Memoli.
Pronto para ser repensado, as três palavras podem ser re-negociadas continuamente, reescritas e reinventadas. 

VENHA E JOGUE! 

INFO:
http://www.pivo.org.br/eventos/dia-de-atelies-abertos-e-lancamento-de-livros/

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Public Sphere: Process and Practices
The book is also available at Inc.Livros E Edições De Autor, Porto (Portugal)


Inc.Livros E Edições De Autor, Porto

Inc.Livros E Edições De Autor, Porto, photo Matteo Ottocento

Inc.Livros E Edições De Autor, Porto, photo Matteo Ottocento

Inc.Livros E Edições De Autor, Porto, photo Matteo Ottocento

Inc.Livros E Edições De Autor, Porto, photo Matteo Ottocento

INFO:
http://blog.inc-livros.pt/

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Public Sphere: Process and Practices
Colectivo casadalapa
June 2017, São Paulo (Brazil)
(book launch)







Photo Courtesy Willem Dias, casadalapa

Photo Courtesy Willem Dias, casadalapa

Photo Courtesy Willem Dias, casadalapa

Photo Courtesy Willem Dias, casadalapa


Territórios Confluentes – Apresentação de processos artísticos em espaços públicos e privados – Cláudio Zecchi (Itália)

Com o apoio do BJCEM e criado por Claudio Zecchi, “Public Sphere: Process and Practices” (Esfera pública: Processo e práticas) é o terceiro capítulo de um projeto discursivo concebido como uma narração de longo curso e conhecido como “Práticas como intersecção em ambiente frágil”. A Casadalapa e curador italiano convidam o público para descobrir este percurso durante uma palestra sobre a metodologia e os tópicos baseados principalmente na relação entre arte e esfera pública, focada na linguagem. Claudio Zecchi também irá apresentar o livro “Public Sphere: Process and Practices”, uma espécie de pequeno vocabulário performativo, feito pela participação de artistas, curadores, diretores da instituição e do público em geral durante sua residência em Nottingham. O livro, como parte do processo, é o resultado de conversas entre o curador e o artista visual e designer Roberto Memoli.

INFO:
https://acasadalapa.wordpress.com/sobre/
https://territorioscasadalapablog.wordpress.com/2017/06/07/territorios-confluentes-processos-artisticos-em-espacos-publicos/

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Public Sphere: Process and Practices
Farenheit 39 edition 7
From May 19th to 21st, 2017, Ravenna (Italy)
(book launch)




Immagine da allestimento

Immagine da allestimento

INFO:
http://fahrenheit39.com/

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Public Sphere: Process and Practices
History, Conflict, Dream and Failure - 18 Young Artists Biennale, Parallel Projects
Former residence of Envor Hoxha, May 8th 2017, Tirana (Albania)
(book launch)




Informal presentation, photo Courtesy Antonel Binaj

Informal presentation, in dialogue with Stefano Romano, photo curtesy Antonel Binaj

Supported by BJCEM and created by Claudio Zecchi, Public Sphere: Process and Practices is the 3rd chapter of a discursive project conceived as a long-term narration and known as Practices as an Intersection in a Fragile Environment. The curator invites the public of Mediterranea 18 to discover this chapter during an instructive talk on the topic of the relationship between art and the public sphere. Claudio Zecchi will also share the book of the same title, which is a little performative vocabulary made by the participation of artists, curators, Institution's Directors and the general public during hi two-month residency in Nottingham. The book, as part of the process, is the result of conversations between the curator and the visual artist and designer Roberto Memoli.

INFO:
http://www.mediterraneabiennial.org/parallel-projects.html
https://issuu.com/claudiozecchi/docs/public_sphere__process_and_practice
https://www.youtube.com/watch?v=B_kDgT7IGFs 

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Blackpool Weekender 2017 – Meet the Artists
UKYA (UK Young Artists) and Abingdon Studios
Abingdon Studios, February 24th-26th, Blackpool (UK)
(residency)






Blackpool Weekender


Blackpool Weekender, Artists at work

Andrew Gannon, Blackpool weekender poster

Blackpool Weekender, Artists at work


UKYA e Abingdon Studios sono lieti di accogliervi (artisti e curatori) in occasione di Weekender Residency. La residenza permetterà ad artisti provenienti da tutte le forme d’arte di incontrarsi, riflettere e rispondere all’idea di “cultura popolare”. Cos'è che allo stesso tempo è remoto ma ancora presente, conosciuto ma dimenticato? È una parodia di sé stessi, dello sfaccettato e del fantastico e chissà dell’egualmente piatto e macabro. È un luogo di auto-avanzamento, di riflessione e di ritardo che ha a che fare con la testa di chi soggettivamente entra nella gioia che sta al Nord della costa.
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Both UKYA and Abingdon Studios are pleased to welcome you all to the Weekender Residency; allowing artists across all art -forms to come together to reflect and respond to the idea of  “popular culture”.  What is it to be isolated yet immersed, popular but forgotten? It is a parody of itself, multi-layered and fantastical but perhaps equally flat and macabre. It is a place for self progression, reflection or procrastination dependent on the mind which subjectively enters into the northern pleasure on the coast.

INFO:

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Public Sphere: Process and Practices. Un Incontro con Claudio Zecchi.
A cura di Giorgia Noto.
Studio Co-Co, February 4th, Rome (Italy)
(book launch)
 


Public Sphere: Process and Practices, book detail, photo curtesy Studio CO-CO, Rome

Public Sphere: Process and Practices, launch event, photo curtesy Studio CO-CO, Rome

Public Sphere: Process and Practices, the book

Lo studio di progettazione grafica Co-Co è lieto di ospitare nel suo spazio in zona Pigneto, a Roma, il primo di una serie di appuntamenti che durante il corso di quest'anno si svolgeranno in diverse parti dell'Europa per presentare al pubblico il libro “Public Sphere: process and practices” del curatore Claudio Zecchi.

Il volume, realizzato con il supporto istituzionale dalla BJCEM (Biennale dei Giovani Artisti del Mediterraneo), è un concept book realizzato dall’artista e graphic designer Roberto Memoli che ha seguito l'ultima parte della residenza di Claudio Zecchi a Nottingham (UK) e curato tutta la comunicazione visiva del progetto legato alla città. Qui presso lo spazio espositivo del New Art Exchange, si è svolto un gioco performativo ideato dal curatore italiano che ha messo in relazione figure tra loro diverse come il pubblico generico e quello degli addetti ai lavori ponendoli in una condizione di dialogo e ascolto reciproco.

L'incontro di sabato 4 febbraio è moderato dalla curatrice Giorgia Noto ed intende non solo presentare il libro nelle sue diverse parti, ma anche affrontare attraverso una chiacchierata informale tra i due e con il supporto di materiali audio-video alcune delle tematiche che in questi tre anni hanno permeato il lavoro di Claudio Zecchi portandolo ad un serrato confronto con artisti, istituzioni e pubblico.

Quello di Nottingham, infatti, rappresenta il terzo capitolo di un ampio lavoro che è cominciato nel 2014 a Milano presso la Fabbrica del Vapore proseguendo a New York presso Residency Unlimited e per il quale sono previste ancora ulteriori fasi di confronto e approfondimento.

Per chi interessato ad acquistare una copia è possibile scrivere alla seguente mail:

laterale.rg@gmail.com
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The launch of the book “Public Sphere: process and practices” at studio Co-Co in Rome is the first appointment of a series that will happen over the entire year across Europe.

The volume, Institutionally supported by the BJCEM (Biennale des Jeunes Créateurs d'Europe et de la Méditerranée), is a concept book made by the visual artist and graphic designer Roberto Memoli who followed the last part of Claudio Zecchi’s residency in Nottingham (UK). Memoli has also followed the visual communication of the project. Although the process was the main part of the project, the outcome, a sort of collective game which took place at the New Art Exchange – the Institution that also supported the project in England – aimed to bridge different sorts of public (professionals in the field of art and non-professionals) in order to think a different way to dialogue.

Starting from the book, the talk, moderated by curator Giorgia Noto, will aim to unearth different aspects and topics touched by the project across all these years. Photos and video documentation will be projected.

The project made in Nottingham was the third chapter of an ongoing project that started in 2014 in Milan at Fabbrica del Vapore and continued in New York at Residency Unlimited. New chapters will soon be announced.

For those interested to buy a copy of the book, please write at the following e-mail:

laterale.rg@gmail.com

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Nomadismo culturale - The Others Art Fair
TheOthers Art Fair, November 4th, Turin (Italy)
(roundtable)


 https://4.bp.blogspot.com/-8dF_tV8KIhY/WBcjkP3MlQI/AAAAAAAAC_o/u00AwHq7SpsjWM5m5xNs86SrmbyI4z82QCEw/s640/home00-2.jpg



Tra un non più e un non ancora, The Others si fa progetto, strategia, racconto e rappresentazione, punto di contatto tra discipline e vocazioni, ricerca, impresa e mercato: luogo che risuona nello scambio termico tra
esperienze, significati e progetti.
E così rende manifesto l’infinito contemporaneo trattenuto nei luoghi e nelle pietre, nei segni e nei linguaggi dello spazio pubblico itinerante e temporaneo, nelle infrastrutture cognitive e di relazione per chi sa essere simultaneo e istantaneo, interstiziale e specialistico, straniero e residente.
Con una pratica teorica che contiene il gesto, The Others interpreta la sua idea di nomadismo culturale, quello del vagabondaggio di pratiche e ruoli, quello del crossing fra discipline, quello della contaminazione di genere e stili; quello che evolve in nuovi mestieri e professionalità; quello delle infinite fisionomie degli spazi indipendenti; quello che ripensa e rifà gli oggetti con il design, i fab lab, l’artigianato digitale; quello che rinomina e rigenera gli spazi con l’arte e l’architettura; rilegge il mondo con le mappe e le geografie mobili dell'altrove tra centro e margine.
Protagonisti di queste rigenerazioni a diversa scala sono artisti, curatori, architetti, creativi, digital cultural commentator, custodi di un no profit che si fa laboratorio; protagonisti sono i paesaggi e gli spazi che si riattivano, sono le parole che dilatano significati e interlocuzioni. I tutti, i tanti, i diversi attorno alla forma perfetta, il roundtable: aperta perché circolare e infinita, chiusa perché compiuta e stratificata.


INFO:

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Performative Practices in a Fragile Environment + Ogni Opera di Confessione
École du Magasin, Thursday, July 8th and Friday 9th, Grenoble (France)
(lecture/talk)


École du Magasin



Public Sphere: Process and Practices_The game, Nottingham, New Art Exchange, April 2016 Photo, Courtesy New Art Exchange

Ogni Opera di Confessione, Film, 2015, Still da video, Photo, Courtesy the Directors

Lecture at l'École du Magasin, Public Sphere: Process and Practices

Talk at l'École du Magasin with Alberto Gemmi and Mirco Marmiroli (Ogni Opera di Confessione)

L'École du Magasin with Alberto Gemmi, Mirco Marmiroli, Armance Rougiron, Chen Ben Chetrit, Eleonora Castagna and me


L’arte e la sfera pubblica, il suo rapporto con il territorio e le comunità locali. Come, specificatamente, tali soggetti influenzano le pratiche artistiche, curatoriali, istituzionali (e altre)? Come, a loro volta le pratiche, si mettono in relazione con il territorio?
Practices as an Intersection in a Fragile Environment, tenta di raccontarlo in un percorso a lungo termine in cui ogni territorio aggiunge un capitolo diverso alla narrazione. Ogni capitolo tenta di dissotterrare storie diverse raccontandole in modo diverso.

Un processo e una pratica che tentano di mettere in luce questioni cruciali. Cosa significa curare progetti discorsivi? Quali le potenzialità di pratiche curatoriali effimere e disfunzionali? È necessario un outcome?
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The Art and the Public Sphere, its relation with the territory and the local communities. How, specifically, these affect the artistic, curatorial and institutional (and more) practices? How, vice-versa, the practices engage with the territory?
This is the topic at the core of Practices as an Intersection in a Fragile Environment. A long-term project where each territory surveyed added a different chapter into the whole narration. Each chapter unearths indeed different stories trying to narrate them in a different way.

A process and a practice that try to explore crucial issues. What means curate discursive projects? Which are the potentialities of the ephemeral (dysfunctional) in the curatorial practices? Is the outcome necessary?

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Ogni Opera di Confessione è un film di ricerca con il fine di esplorare l’effettiva relazione tra persone, forme e suoni. Un tentativo ibrido di conciliare il cinema di osservazione e il cinema performativo concentrandosi sui movimenti dei personaggi ed esaltandone la quotidianità.
Alberto Gemmi e Mirco Marmiroli sono nati a Reggio Emilia nel 1984. Il loro lavoro tenta di sviluppare un complesso approccio sul tema della relazione tra l’uomo e lo spazio che lo circonda.
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Ogni Opera di Confessione (All Confession Oeuvre) is a research film with the goal of exploring the actual relationships between people, forms and sounds of the environment. A hybrid attempt to bring observational cinema and performance cinema together, focusing on movements of characters by exalting their everyday life.
Alberto Gemmi and Mirco Mamiroli were both born in 1984 in Reggio Emilia. They have been working since the 2000s on developing the approach to the complex theme of the relationship between the man and the space that is surrounding him.


INFO:
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month2month
New York (U.S.A.), May 2016
(conversation)


Natacha Clitandre, Giulia Gaudenzi, Brett Swenson and Me

João Enxuto and Erica Love

Natacha Clitandre and Frank J. Miles (Comunitas)

Produced by More Art and organized by Jennifer Dalton and William Powhida, MONTH2MONTH is a public programming in private apartments in New York City.

MONTH2MONTH explores New York’s labyrinthine housing policies, that range from the inclusion of “affordable” housing units within new luxury developments and the rezoning plans that quickly transform neighborhoods to the quasi-legality of the “sharing economy” and the rise of “illegal hotels.” This exploration will at times take the form of information sharing, but also use unorthodox methods to push discussions into unfamiliar places.

«When young artists move into an area in search of affordable housing, their arrival is often seen as a harbinger of gentrification and displacement to come. The phenomenon is common enough that it has been dubbed The Soho Effect based on the downtown neighborhood’s rapid transformation after creative types started snapping up loft space in the 1970s. Developers have discovered the galvanizing effect that artists can have on “under-the-radar” corners of the city, and according to an article in Quartz some are flipping the script and attempting to draw youthful trendsetting types to places where they want to build, rather than following them there. 
All this is to say that the relationship between art and real estate can become a contentious one. And fodder for creative work. CityLabreports CityLabreports that New York artists William Powhida and Jennifer Dalton are planning a month-long, interactive project called “Month2Month” that delves into this complicated overlap. […]» (Read more at http://www.brickunderground.com/live/art-exhibit-gentrification-real-estate)


INFO:

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Incontro sull'Arte Pubblica. Riflessioni su pratiche, fini e mezzi.
Università di Pisa. Dipartimento di Civiltà e Forme del Sapere, Pisa (Italy), October 2015
(lecture)





Il tema dell'arte pubblica si diffonde in Italia a partire dagli anni Sessanta, raggiungendo oggi un pubblico più consapevole e un grado di legittimazione che vede l'intervento artistico integrato – come voce autonoma e convalidante – alle attività culturali, alle politiche socio-economiche e alle pianificazioni urbanistiche sviluppate da istituzioni pubbliche e private.
Progetti di rigenerazione urbana, analisi di contesto, programmi di valorizzazione, campagne politiche, mettono in dialogo diversi interlocutori – architetti, urbanisti, progettisti, sociologi, politici e amministratori, accanto ad artisti visivi e performativi – in una dimensione che tende a spostare l’angolo di osservazione verso traiettorie inconsuete.
In tale ibridazione progettuale l'arte, soprattutto nel contesto pubblico, si trova talvolta a dover rispondere alle finalità attese dalle istituzioni, che possono collidere con gli intenti originari degli artisti.
Qual è il rapporto tra arte e “istituzione”? Come si consuma tale necessaria ma talvolta scomoda relazione? Esiste una reale e proficua influenza reciproca? Cosa significa intessere con il territorio in cui si agisce un rapporto fecondo, in grado il pubblico?
Questo incontro sull’arte pubblica si propone di avviare una riflessione sulla complessità delle relazioni che i progetti di arte pubblica implicano, nel rapporto tra artista e territorio, arte e spazio pubblico, operatori e pubblica amministrazione, produzione autoriale e collettiva, nell'ottica di offrire agli studenti un'occasione per conoscere pratiche reali di lavoro artistico e curatoriale.

L’incontro sarà introdotto e moderato da Sergio Cortesini, ricercatore di Storia dell’arte contemporanea, Elisa Del Prete, fondatrice e direttrice del programma di residenze per artisti e curatori Nosadella.due e Claudio Zecchi, curatore e critico.

Interverranno:
Lorenzo Carletti (storico dell’arte) Alessandra Ioalè (curatrice) Ilaria Mariotti (storica dell’arte e curatrice) Angel Moya Garcia (co-direttore per le arti visive della Tenuta dello Scompiglio) Phillippa Peckham (artista) Radical Intention (collettivo artistico) Andrea Santarlasci (artista) Silvia Vendramel (artista) Tatiana Villani (artista)

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Il MAAM incontra i Lenape
Museo dell'Altro e dell'Altrove della città di Metropoliz, Rome (Italy), October 2015
(talk)





Il MAAM incontra i Lenape, MAAM (Museo dell'Altro e dell'Altrove della Città di Metropoliz), Roma, foto courtesy Paolo Landriscina

Il MAAM incontra i Lenape, MAAM (Museo dell'Altro e dell'Altrove della Città di Metropoliz), Roma, foto courtesy Paolo Landriscina

Il MAAM incontra i Lenape, MAAM (Museo dell'Altro e dell'Altrove della Città di Metropoliz), Roma, foto courtesy Paolo Landriscina

It’s important to keep in mind that New York City was, and in fact still is, indigenous land.

“Before me and after my time 2” Il progetto dell’artista Angelo Bellobono porta a Roma i nativi Lenape e la storia di Manhattan.
La visita a Roma di uno dei rappresentanti e discendenti dei nativi americani Lenape, i primi antichi abitanti di Manhattan (nome indiano che origina da Mannahatta “l’isola dalle molte colline”), diventa l’occasione di un incontro per conoscere questa antica popolazione, che già 7000 anni fa viveva a New York. 
Jack Criyng Raven Anderson è un Nativo americano, attivista ed artista  che da circa un anno, con altri rappresentati della comunità Ramapough Lenape, lavora con Angelo Bellobono ad un progetto nato per far conoscere i vari aspetti, anche problematici, della vita quotidiana di questa popolazione.
Il progetto, avviato nell’autunno 2014, si propone, attraverso mostre, incontri e workshop, come piattaforma di rappresentanza della comunità Ramapough Lenape che, lontana dal nostro antropocentrismo, ha vissuto per millenni in mutua coesistenza con il territorio lasciando su di esso pochissime tracce.
“Il fatto di non aver disseminato monumenti simboli di potenza, come dice lo stesso Chief Dwaine Perry, non significa che non abbiamo una storia, che non siamo esistiti e non esistiamo. Abbiamo vissuto integrati e accolti in un rapporto di reciproco scambio con la natura lasciando su di essa segni impercettibili”. 
Riportare in superficie, tali tracce, effimere, ma concettualmente monumentali, è il compito che il progetto si propone di realizzare.
Questo lavoro rappresenta un tassello ulteriore della ricerca di Angelo Bellobono, che fonde antropologia e geologia, al fine di lasciar emergere le stratificazioni che disegnano il paesaggio, delineando i rapporti tra uomini e territori, tra i confini e la loro continuità.
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It’s important to keep in mind that New York City was, and in fact still is, indigenous land.

The MAAM Museum in Rome hosts "Before me and after my time 2" a project by the Italian visual artist Angelo Bellobono with the aim to focus on the Native Americans of the Lenape's community and on the history of Manhattan.
The visit of one of the representatives and descendants of the Lenape Native Americans, the first ancient inhabitants of Manhattan (Indian name that originates from Mannahatta "island of many hills"), becomes the occasion to learn more about the ancient native American culture and know more about its population that have been living in New York since 7,000 years.
Jack Criyng Raven Anderson is a Native American activist and artist from the Ramapough Lenape community who, since about one year, is working together with Angelo Bellobono in a project that aims at creating awareness on different aspects, also the most problematic, concerning the everyday life of this population.


INFO:
http://www.angelobellobono.com/en/before-me-and-after-my-time-2014/?20

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The Louisville Table
IDEAS - activating a creative workforce. Louisville, Kentucky (USA), June 2015
(talk)

The Louisville Table

The Louisville Table, Talk

 Jambalaya's ingredient (to prepare after the talk)

The Louisville Table è allo stesso tempo un oggetto sociale e un dispositivo capace di dare solidità all'oggetto artistico attraverso quell’energia comunitaria che lo rende veicolo di cambiamento sociale su ampia scala.
Versioni nomadi di natura DIY sono state sviluppate per coinvolgere le comunità rurali del Kentucky in una conversazione aperta su arte, connettività, alimentazione sana e impegno sociale.
La discussione, che ha visto coinvolti curatori internazionali, ruoterà intorno all'arte, al design, all'impegno sociale e al rapporto col territorio.
A partire dal progetto sviluppato a New York - Practices as an Intersection in a fragile Environment - il mio intervento ha avuto lo scopo di indagare, da una prospettiva Euro-Mediterranea, come i territori e le comunità locali influenzino le pratiche artistiche, curatoriali e istituzionali.
Partendo da alcuni casi studio specifici è stato tracciato un percorso inteso ad indagare quello spazio fragile e precario proprio del rapporto tra arte e spazio pubblico.
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The Louisville Table is a social object and appliance solidifies the art object with a communitarian energy by making it a vehicle of social change on a larger scale.
DIY nomadic versions are being developed to engage rural Kentucky communities in conversation about Art and connectivity, healthy eating and social engagement.
The curator's roundtable discussion revolved around art, design, social engagement and the territory. 
Starting from the project developed here in NYC - Practices as an Intersection in a fragile Environment - my intervention aimed at investigating, from a Euro-Mediterranean perspective, how the artistic, curatorial and institutional practices are engaged with the territories and local communities
Starting from some specific study cases, my intervention intentionally zoomed the fragile and precarious space such as that of the relationship between the arts and the public space.